Francele Cocco (Santa Maria, Brasil, 1984) é historiadora e artista visual. Seus projetos artísticos se desenvolvem nas intersecções entre o pensamento social e a filosofia da imagem, articulando diferentes técnicas fotográficas, vídeo, texto e instalação. Seus trabalhos investigam a sociedade tecnologizada, a imagem-excedente, o fetichismo e a ideologia, a contra-informação, a tecnocapitalismo, e a utopia política – e sobre como esses conceitos atingem e transformam o sujeito contemporâneo.

Trabalha no campo expandido da imagem há 15 anos, primeiro com difusão e mídias independentes, logo em disciplinas mais tradicionais do cinema e jornalismo. Foi produtora cultural e realizadora audiovisual, articulou redes de cultura e integrou a redação do jornal Le Monde Diplomatique no Brasil. Em 2017, já atuando em seu próprio estúdio de produção, finaliza a pós-graduação Fotografia como Arte Contemporânea e passa a se dedicar unicamente à arte e à historiografia das imagens.

Desde 2018, é artista residente no Espai d’Arts Roca Umbert, com a tutoria de Joan Fontcuberta, onde também coordena o Laboratório de Pesquisa Colaborativa em Pós-fotografia. Em 2020, passa a integrar a rede Saloon.

Actualmente vive y trabaja en Madrid, donde cursa el posgrado Analis Crítico de la Economía Capitalista (El método marxista y su aplicación en la economía actual) en la Universidad Complutense de Madrid (UCM). Está trabajando en una actualización de la obra de Francesc Abad y Walter Benjamin, un encargo del Museu de Granollers para el Opera Aperta Festival d’Art i Paraula (2022).
Vive e trabalha em Madrid.





francele.cocco@gmail.com


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